terça-feira, 17 de outubro de 2017

Drag queen de 8 anos incita crianças a abandonarem seus pais,“Se seus pais não deixam você ser drag, busque novos pais”



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Iniciativa é uma leve ideia de como será o mundo da ideologia de gênero, quando for finalmente implantado ‘o ideal de que não existe nada que seja só de menino ou só de menina’

Com a imposição da agenda LGBT pelo mundo, as crianças tem sido fortemente aliciadas pela distorção da essência humana.

Duas crianças estão repercutindo nas redes sociais pelo envolvimento no universo gay. Meninos de 8 anos ganharam espaço com performances drag queens e chocaram pais em diversos continentes pela desenvoltura e apoio dos familiares com a precoce e inconsciente decisão pelo universo do transformismo.

Amparados por transformistas de carreira, os meninos estão aprendendo os trejeitos, a linguagem e manias que permeiam a comunidade de drag queens.
Seres da noite, as crianças também circulam nas boates altas horas da madrugada e são apresentadas como atrações principais e ganham espaço televisivo de programas em emissoras que os colocam sob os holofotes para uma fama repentina, passageira e com crescimento baseado no contraditório à sociedade.


“Se seus pais não deixam você ser drag, busque novos pais”

 Com o consentimento dos pais, Nemis Quinn Mélançon-Golden se maquia desde os 2 aninhos de idade e, aos oito, atua como drag queen e usa o nome artístico “Lactatia”. Participando de um dos programas de maior audiência norte-americano, a criança dividiu o palco com a mais famosa transformista canadense ‘Bianca Del Rio’ que disse à criança ‘montada’ que ela era adorável e usou diversos palavrões em sua conversa com o garoto.

Em um vídeo lançado pelo programa “LGBT in the City” em junho deste ano, que já tem mais de um milhão de visualizações no Facebook e mais de 200.000 visualizações no YouTube, Nemis usa sua projeção para realizar declarações
polêmicas e disseminar a ideologia de gênero entre as crianças.

“Qualquer um pode fazer o que quer na vida”, afirmou. “Não importa o que alguém pensa. Se você quer ser uma drag queen e seus pais não o deixam, você precisa de novos pais.


“Estou fazendo o que é certo como mãe”
Sem pai e como única referência pessoal feminina vinda de sua mãe, o pequeno Ethan Willwert, de 8 naos, depois que pediu aos três aninhos para ser maquiado igual a mãe, ela entendeu que a vocação do filho era ser maquiador.

“Ele gostava de me ver arrumada e perguntava se podia usar também. Ele é uma criança muito artística que gosta de se expressar criativamente”, afirmou a mãe
Season Willwert.

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“Ele está apenas explorando e sendo criança. Fazer julgamentos e manter a mente fechada sobre essas questões não apenas é prejudicial para as crianças, como também inibe a liberdade de autoexpressão delas, impedindo que usufruam de suas identidades verdadeiras”, disse.

E finalizou dizendo que não se lembra da última vez que viu o filho tão feliz ou
confiante em si mesmo. “Este é um momento crucial no desenvolvimento dele e eu sei que ao deixá-lo ser apenas Ethan, independente do que os outros possam pensar, estou fazendo algo certo como mãe”, afirmou.

Aos oito anos, Ethan mantém canais na internet onde realiza tutoriais de maquiagem para a comunidade LGBT.

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Estamos vendo – verdadeiramente, mesmo diante de nossos olhos – um declínio moral como nunca tínhamos testemunhado, uma mentalidade demente que chama o errado de certo e o certo de errado.

Algumas famílias já estão vivendo este pesadelo dentro de seus próprios lares, suplantando a realidade do ser por um desejo irrefreável de liberdade. O caso de Nemis não é único, mas constitui um emblema da crise educacional por que passamos: ao invés de realmente formarmos os nossos filhos, são eles quem devem, agora, “descobrir” o que querem ser; ao invés de colocarmos limites às suas pretensões — não porque sejamos “carrascos autoritários”, mas porque o mundo real o exige —, fazemos de conta que não existe nada de errado com o mundo, que está tudo bem, que “todos podem fazer o que quiser da vida”.

O problema é que, embora sejamos “livres” para escolher o que fazer de nossos corpos — e de nossos filhos —, as consequências de nossas opções inevitavelmente se seguem, ainda que não as queiramos.

“Poderíamos imaginar crianças brincando na planície de um topo relvoso de alguma ilha elevada no meio do mar”, diria G. K. Chesterton. “Contanto que houvesse um muro em volta do precipício, elas poderiam entregar-se ao jogo frenético e transformar o lugar na mais barulhenta creche. Mas os muros foram derrubados, deixando desguarnecido o perigo do precipício.”


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